Organizador da Copa se queixa de preconceito contra pais sede
Da Redação
Desde o ataque à seleção do Togo, sexta-feira passada, em Angola, organizadora da Copa Africana de Nações, o diretor-executivo do Comitê Organizador da Copa do Mundo, Danny Jordaan, vem repetindo que nada parecido acontecerá na África do Sul. Nesta terça, em Joanesburgo, Jordaan foi duro com os que temem o primeiro Mundial do continente e reclamou de preconceito.
Jordaan defendeu que a África do Sul não pode ser responsabilizada por algo que aconteceu em outro país e citou a Europa como exemplo. "A África do Sul está a três horas e meia de voo de Angola. É como se acontecesse um problema em Moscou e Londres fosse cobrada", disse, lembrando o atentado nas Olimpíadas de Munique, Alemanha, em 1972.
O General Ramlakan, das Forças Armadas sul-africanas, prometeu que o esquema de segurança da Copa do Mundo de 2010 será superior ao das edições anteriores. "Estamos preparando a segurança da Copa do Mundo há dois anos e posso dizer que estamos prontos para qualquer eventualidade. A segurança aqui na África do Sul será ainda melhor do que foi na Alemanha, no Japão e na Coréia do Sul", garantiu.
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